SEXTA-FEIRA, 20 DE JUL DE 2018
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NOTICIÁRIO - SOCIAIS
02 DE JANEIRO DE 2018
“Quando ajudamos o outro a se realizar, ficamos mais realizados”

Dona Zélia diz que nesse mundo temos que seguir o caminho de Jesus que é sempre fazer o bem

Dona Zélia Martins da Costa de Oliveira está prestes a completar 86 anos e continua, mesmo com alguma dificuldade para caminhar, a fazer trabalhos voluntários na Igreja Nossa Senhora da Conceição.

Embora traga consigo a vontade de fazer algo pelo outro desde muito nova, foi quando se aposentou, em 1981, que resolveu dedicar todo seu tempo ao próximo. Afinal de contas, antes era muito difícil, eram sete filhos para criar sozinha, já que seu marido faleceu ainda muito jovem, deixando Zélia grávida do caçula e tendo filho mais velho apenas seis anos. Ela então passou a trabalhar no comércio da família do marido e inclusive ressalta que sempre teve a ajuda de todos.

Bom, com os meninos criados e aposentada, seu tempo ficou mais tranquilo para exercer o trabalho voluntário e passou a trabalhar para paróquia, sempre abriu as portas de sua casa para realizar eventos beneficentes.

Além disso, participava de missões pela Igreja Católica, visitando casas em diversas comunidades e levando a palavra de Deus através de orações. Dona Zélia ainda participava do Comitê Pela Vida, visitava pessoas carentes e procurava saber suas maiores necessidades.

Arrecadava verba através de almoços e festivais de tortas que fazia em sua casa para comprar alimentos e principalmente material de construção. “A gente terminava algumas construções, outras vezes ajudávamos a construir cômodos e até a casa toda”, conta.

Atualmente, a aposentada diz que está um pouco desiludida, pois existem muitas pessoas desonestas que enganam aqueles que têm intenção de ajudar. “A gente está ajudando, depois a gente descobre que pessoa leva a vida errada, contou mentira ou então reformamos a casa das pessoas e ela vai e vende. Isso desanima”, ressalta.

Apesar do desânimo e na descrença em algumas pessoas, ela ainda se sente muito feliz em ajudar. “A gente fica bem quando alguém passa a viver com mais conforto por causa de nossa ajuda, a gente se sente em paz e alegre”, conta.

Hoje, Dona Zélia não faz mais essas visitas, mas continua trabalhando de forma voluntária na igreja como ministra da Eucaristia e também na limpeza da paróquia. Apesar de não realizar mais eventos beneficentes em sua casa, suas portas continuam abertas para uma garotada que adora jogar bola na quadra que tem em seu quintal. “Os meninos que saem da escola, ficam na rua jogando bola, então deixo eles entrarem aqui em casa. Eu tenho muito medo de acontecer alguma coisa com eles na rua, diz.

Depois de tantos anos realizando serviços voluntários e tendo passado por algumas dificuldades na criação dos filhos, afirma que aqui nessa vida já se sentiu realizada e não ambiciona mais nada. “Eu planejo agora para outra vida, agora eu quero uma vida eterna tranqüila. Quero uma vida com Deus”, finaliza.

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